Se há coisa que eu tenho aprendido com o tempo, é não ficar à disposição de quem ficou indisponível para mim. Todos os relacionamentos, quer amorosos quer de amizade têm os seus altos e baixos e se à partida, esses “picos” começam a dar sinal de serem mais baixos que altos, também por mim mesma, começo a por-me no meu lugar. Não sei se por defeito meu, se autodefesa. Talvez a segunda…acredito!
Tenho cultura, entendimento e respeito suficiente para aceitar os factos e por isso dar espaço a essas indisponibilidades. Tens um pássaro que soltas da mão que voa para longe, se ele voltar é porque deu valor ao que viveu contigo e de certa maneira, também lhe proporcionaste!
Esses momentos são inesquecíveis e ficam eternamente guardados no coração de quem os viveu. Mais cedo ou mais tarde, virão à memória e poderão ou não ser valorizados. Se o forem, tanto melhor. É porque valeram a pena!
Aprendi que não adianta disfarçar ou “perfumar” os sinais, se falta a autenticidade, a essência e a franqueza nas palavras e atitudes! Sou (talvez por defeito de fabrico), franca e honesta, mas não perco tempo a provar isso a quem duvida. Convivo com isso perfeitamente e apenas penso que as pessoas têm o direito de se enganarem, pelo período de tempo que quiserem. Problema delas! Há quem se importe e quem apenas seja curioso e por essa razão, vou absorvendo e guardando as vivências para mim.
Conheço-me bem e conheço também as minhas limitações, que são bastantes, mas o pique dos meus limites são desconhecidos, pois como qualquer pessoa, nunca ninguém sabe até onde pode ir, até ser testado. Tento selecionar as minhas batalhas e a maior parte das vezes, a minha paz, vale mais do que a certeza de estar certa. Dependo muito de quem gosto e dos que amo, porque me fazem falta e valorizo cada segundo vivido. Se calhar até demais, digo eu. Mas se acho que vai surgir algo que ponha em causa esses momentos, prefiro sair fora a molestar as memórias que ficaram! Chego muitas vezes a dizer para mim, é bem melhor não teres nada, assim nada há a tirar-te. Mas enquanto por aqui andares, sempre terás algo que alguém precise e tu precisarás de algo (ou) de alguém. É inevitável!
A maior das ilações que tirei de todas as minhas vivências é que tenho uma Alma cheia de cicatrizes e cada uma delas é a prova que as feridas saram com os “antibióticos” que vou tomando para não infetarem, mas principalmente com o tempo que lhes dou, para elas se auto curarem!
Há é quem não se aperceba, ou simplesmente não dê importância a isso…
Há que respeitar, saber viver com isso e aceitar a essência de cada ser humano que nos rodeia.É nestes momentos que pego em mim ao colo e canto uma música até me convencer que mereço esse aconchego.
Afinal quero que todos sejam felizes e de bem consigo próprios e colecionando momentos e não coisas!
Tenho cultura, entendimento e respeito suficiente para aceitar os factos e por isso dar espaço a essas indisponibilidades. Tens um pássaro que soltas da mão que voa para longe, se ele voltar é porque deu valor ao que viveu contigo e de certa maneira, também lhe proporcionaste!
Esses momentos são inesquecíveis e ficam eternamente guardados no coração de quem os viveu. Mais cedo ou mais tarde, virão à memória e poderão ou não ser valorizados. Se o forem, tanto melhor. É porque valeram a pena!
Aprendi que não adianta disfarçar ou “perfumar” os sinais, se falta a autenticidade, a essência e a franqueza nas palavras e atitudes! Sou (talvez por defeito de fabrico), franca e honesta, mas não perco tempo a provar isso a quem duvida. Convivo com isso perfeitamente e apenas penso que as pessoas têm o direito de se enganarem, pelo período de tempo que quiserem. Problema delas! Há quem se importe e quem apenas seja curioso e por essa razão, vou absorvendo e guardando as vivências para mim.
Conheço-me bem e conheço também as minhas limitações, que são bastantes, mas o pique dos meus limites são desconhecidos, pois como qualquer pessoa, nunca ninguém sabe até onde pode ir, até ser testado. Tento selecionar as minhas batalhas e a maior parte das vezes, a minha paz, vale mais do que a certeza de estar certa. Dependo muito de quem gosto e dos que amo, porque me fazem falta e valorizo cada segundo vivido. Se calhar até demais, digo eu. Mas se acho que vai surgir algo que ponha em causa esses momentos, prefiro sair fora a molestar as memórias que ficaram! Chego muitas vezes a dizer para mim, é bem melhor não teres nada, assim nada há a tirar-te. Mas enquanto por aqui andares, sempre terás algo que alguém precise e tu precisarás de algo (ou) de alguém. É inevitável!
A maior das ilações que tirei de todas as minhas vivências é que tenho uma Alma cheia de cicatrizes e cada uma delas é a prova que as feridas saram com os “antibióticos” que vou tomando para não infetarem, mas principalmente com o tempo que lhes dou, para elas se auto curarem!
Há é quem não se aperceba, ou simplesmente não dê importância a isso…
Há que respeitar, saber viver com isso e aceitar a essência de cada ser humano que nos rodeia.É nestes momentos que pego em mim ao colo e canto uma música até me convencer que mereço esse aconchego.
Afinal quero que todos sejam felizes e de bem consigo próprios e colecionando momentos e não coisas!
