domingo, dezembro 06, 2015

hᎾjᎬ ᏢᎬᏁsᎬᎥ Ꭼm ᏆᎥ ...


Hoje, como todos os dias pensei em ti.
Hoje especialmente,estiveste lá,comigo.
Dei por ti,quando ouvi 

“ quem de todos os que aqui estão,não tem alguém que dependa de vocês?”
O meu coração deu um salto.
Percebi que eras tu... que estavas lá,comigo
e as lágrimas quase saltaram dos olhos.
Respirei fundo e “segurei-me”.
Estes dias tens, visitado os meus sonhos, sonos e insónias.
Queria mais de ti,que ficasses ali fisicamente.
Ter que aceitar essas tuas “visitas”fazem-me chorar.
Porque de presença física,passaste a uma presença espiritual.
Só ficou em mim esta necessidade de te sentir, nas mãos, no colo e
uma vontade imensa, quase louca de te sentir num abraço!
Hoje Richy...
especialmente hoje,precisava abraçar-te!!!

ॐ๑RmF๑ॐ

[̲̅b̲̅σ̲̅α̲̅ ̲̅т̲̅α̲̅я̲̅d̲̅є̲̅ ̲̅.̲̅.̲̅.̲̅]



                                                                            


Bonita ou feia, legível ou ilegível, ou simplesmente ridícula … 

É aquilo que alguns gostam e outros odeiam.
É algo de mim, que dou a quem quiser aceitar.
Faz parte de mim!!! 
E a quem quiser entendê-la…
Apenas alberga a maneira 
como aceito e domino o meu mundo!
ॐ๑RmF๑ॐ

     

mƏƝȊƝƟ ƊƏ ƦǙĄ




De mãos nos bolsos,já rotos
calças gastas sem botão
olhos negros tão marotos
na sua boca o coração


sapato roto na sola
e ouvido sempre alerta
um pontapé numa bola
chuto numa vida incerta


o boné de pala ao lado
nos lábios um assobio
lembra-se do verão passado
ao se abotoar com o frio

a noite dele é dormida
na rua entre dois cartões
sonho,a única saída
que ainda lhe traz ilusões

na sua casa sem tecto
com paredes de ilusão
Vai pedindo algum afecto
e uma migalha de pão

e assim ele vai vivendo
e nós passando ao seu lado
sem ligar ao sofrimento
com que ele foi dotado

Fechados e indiferentes
no luxo da nossa casa
nosso coração não sente

e é mais um natal que passa

                                            RmF






Café de borra

 Saudades do café de borra feito na cafeteira de barro.  Saudades de bebê-lo  ao calorzinho da lareira acesa pela a avó, que era a mais madr...